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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Papa nomeia bispos brasileiros para Conselho do Vaticano

O prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, cardeal João Braz de Aviz, e o arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), dom Orani João Tempesta, foram nomeados pelo papa Francisco para o Pontifício Conselho para os Leigos.
O papa também nomeou alguns consultores do Conselho para os Leigos, entre eles, o arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira Corrêa, e frei Hans Stapel, fundador e presidente da Associação Internacional dos Fiéis Fazenda da Esperança, no Brasil. As nomeações foram feitas nesta quinta-feira, 6. Na foto, dom João Braz, dom Alberto e dom Orani.
Irão integrar o Conselho outros cardeais indicados pelo papa, entre os quais o arcebispo de Viena (Áustria), Christoph Schoborn, o de Milão (Itália), Angelo Scola, o de Nairóbi (Quênia), John Njue, o de Munique (Alemanha), Reinhard Marx, de Manila (Filipinas), Luis Antônio Tagle.
Atividade
O Pontifício Conselho para os Leigos colabora com o papa nas questões voltadas à atuação dos leigos que atuam na missão da Igreja, seja por meio de organismos ou de forma individual. A proposta de criação deste conselho teve como base as indicações do decreto do Concílio Vaticano II sobre o apostolado dos leigos: Apostolicam Actuositatem, n. 26. Em 6 de janeiro de 1967 foi aprovada a instalação do órgão pelo papa Paulo VI

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Só com oração e lágrimas podemos nos aproximar do Mistério da Cruz, disse Papa

O mistério da Cruz é um grande mistério para o homem, do qual só se pode aproximar através da oração e das lágrimas. Foi o que observou o Papa Francisco neste sábado, 14, na Missa presidida por ele na capela da Casa Santa Marta, no dia em que a Igreja celebra a Festa da Exaltação da Santa Cruz.

No mistério da Cruz – disse o Papa em sua homilia – encontramos a história do homem e a história de Deus, sintetizadas pelos Pais da Igreja, na comparação entre a árvore do conhecimento do bem e do mal, no Paraíso, e a árvore da Cruz:

“Aquela árvore tinha feito tanto mal, e esta árvore nos leva à salvação, à saúde. Perdoa aquele mal. Este é o caminho da história humana: um caminho para encontrar Jesus Cristo Redentor, que dá a sua vida por amor. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Esta árvore da Cruz nos salva, todos nós, das consequências daquela outra árvore, onde teve início a autosuficiência, o orgulho, a soberba de querer conhecer, – nós -, tudo, de acordo com a nossa mentalidade, de acordo com os nossos critérios, também segundo a presunção de ser e de se tornar os únicos juízes do mundo. Esta é a história do homem: de uma árvore a outra árvore”.

Na cruz, se encontra também “a história de Deus” – prosseguiu o Papa Francisco –, “porque podemos dizer que Deus tem uma história”. De fato, “Ele quis assumir a nossa história e caminhar conosco”: inclinou-se, se tornando homem, enquanto nós queríamos nos elevar, e assumiu a condição de servo, sendo obediente até a morte na cruz, para nos levantar:

“Deus faz este caminho por amor! Não há outra explicação: somente o amor faz essas coisas. Hoje olhamos para a Cruz, a história do homem e a história de Deus. Olhamos para esta cruz, onde se pode provar mel de aloe, o mel amargo, a doçura amarga do sacrifício de Jesus. Mas esse mistério é tão grande que por si só não podemos compreender bem este mistério, não tanto para entender – sim, entender … – mas experimentar profundamente a salvação deste mistério. Antes de tudo o mistério da Cruz. Somente se pode entender um pouquinho, de joelhos, em oração, mas também através das lágrimas: são as lágrimas que nos aproximam deste mistério”.

“Sem chorar, chorar no coração – disse o Papa – não se poderá jamais entender esse mistério”. É o choro do arrependimento, o choro do irmão e da irmã que olham para tantas misérias humanas” e as veem em Jesus, mas “de joelhos e chorando” e “nunca sozinhos, nunca sozinhos!”

“Para entrar neste mistério, que não é um labirinto, mas se assemelha um pouco, temos sempre necessidade da Mãe, da mão da Mãe. Que Ela, Maria, nos faça experimentar quão grande e quão humilde é este mistério; tão doce como mel e tão amargo como o aloe. Que seja ela a nos acompanhar neste caminho, que nenhum outro pode fazê-lo além de nós mesmos. Cada um deve fazê-lo! Com a Mãe, chorando e de joelhos”.

CNBB divulga material da Campanha para Evangelização 2013

Já estão disponíveis para download no site da Conferência Episcopal os materiais da Campanha para a Evangelização 2013. O evento tem início na solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo em 24 de novembro e se estende até o 3º domingo do Advento. A Coleta Nacional será realizada em 15 de dezembro nas paróquias e comunidades do Brasil. O resultado é todo direcionado para os trabalhos de evangelização, nos vários níveis: diocesano (45% do total arrecadado), regional (20%) e nacional (35%).

“A campanha existe para arrecadar recursos para os projetos de evangelização, sendo importante para a sustentabilidade dessas ações na Igreja. Também busca atender as estruturas eclesiais que estão a serviço da missão evangelizadora. Por isso, é necessário que todos participem para que alcancemos os objetivos esperados”, motiva o Secretário executivo da CE 2013, Padre Luiz Carlos Dias.

A Campanha para a Evangelização foi instituída pelos bispos em 1997 e realizada pela primeira vez em 1998, com o objetivo de despertar nos fieis o compromisso evangelizador e a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. A CE tem o slogan “evangeli.já”, que faz referência a palavra evangelizar.

O presidente da Comissão Episcopal da Campanha para a Evangelização, Dom Murilo Ramos Krieger, explica o lema “Eu vos anuncio uma grande alegria!”, proposto para este ano. “Queremos que a CE de 2013 seja marcada pela alegria - alegria que nasce do dom que o Pai nos faz de Seu Filho Jesus no Natal; alegria pelo privilégio de termos sido chamados para ser evangelizadores. Por isso, escolhemos como lema da CE de 2013 o anúncio dos anjos aos pastores de Belém”

Fonte: Portal Ecclesia. 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Confira as intenções de oração do Papa Francisco para abril

O Vaticano divulgou ontem, 1, que nas intenções do Papa Francisco para o mês de abril está a celebração pública e orante da fé; assim como as Igrejas em territórios de missão.

A intenção geral do apostolado da oração do Papa é: "Para que a celebração pública e orante da fé seja fonte de vida para os crentes".

A intenção missionária é: "Para que as Igrejas locais das zonas de missão sejam sinal e instrumento de esperança e de ressurreição".

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Dois milhões de fiéis pelas ruas de Belém para o Círio de Nazaré


Praça lotada e devotos emocionados: assim se pode definir o clima da missa do 220º Círio de Nazaré, presidida pelo núncio apostólico no Brasil, dom Giovanni d’Aniello, representante do papa Bento XVI, e concelebrada pelo arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira, na Praça Frei Caetano Brandão, em frente a Catedral Metropolitana da Sé.
Mais de 50 mil pessoas participaram da missa celebrada às cinco horas da manhã. Quase duas horas depois, teve início a principal procissão que reuniu aproximadamente 2 milhões de fiéis.
Para o Núncio Apostólico, o momento foi um experiência única na sua vida. “Foi difícil dormir depois da Trasladação e ficar na espera para viver de novo essa experiência no domingo”, afirmou.
O Círio teve início na sexta-feira, com a primeira das onze romarias que compõem a quadra Nazarena. As homenagens continuam nas duas próximas semanas.
O Círio de Nazaré é uma das maiores festas religiosas do mundo. Realizado em Belém do Pará, há mais de dois séculos, congrega pessoas de todo o país numa caminhada de fé pelas ruas da capital paraense.

A CNBB nasceu assim


Reproduzimos aqui o depoimento do primeiro secretário geral da CNBB, dom Helder Câmara, publicado por ocasião dos 25 anos da Conferência, no jornal O São Paulo (19-25/11/1977), no Comunicado Mensal n. 302, (novembro de 1977) e reeditado, em 2002, no livro “Presença Pública da Igreja”, por ocasião das comemorações dos 50 anos da CNBB. Ele apresenta alguns detalhes dos bastidores da criação da Conferência.




“Os homens se movem e Deus os conduz: eis o resumo das minhas impressões ao recordar o surgimento da CNBB e sua caminhada”



Hoje, é fácil ver como o Espírito de Deus, por meio de movimentos como o Movimento Bíblico, o Movimento Litúrgico e, sobretudo, a Ação Católica (Geral e depois Especializada), preparou o Concílio Vaticano II, completado, para os latino-americanos, pela Assembleia Latino-americana de Bispos, em Medellín.



Hoje, é fácil verificar como aludidos movimentos prepararam o surgimento das Conferências de Bispos, em plano nacional como a CNBB, ou continental como o CELAM (Conselho do Episcopado Latino-americano). O Espírito de Deus queria conduzir-nos à vivência da Colegialidade Episcopal e da co-responsabilidade de todo o Povo de Deus.



O Espírito de Deus, mantendo unida em torno de Cristo e de Pedro a Madre Igreja, santa e pecadora, queria conduzir-nos à vivência correta da Igreja local, em união com a Igreja de Cristo no mundo inteiro, em íntima sintonia com o Santo Padre, e a serviço dos homens, nossos irmãos.



Destacar ações pessoais em face de Movimentos cujo alcance último nem sempre entrevíamos; destacar ações pessoais quando as mesmas ideias andavam na cabeça e no coração de muitos, dá-me uma dupla impressão de apropriação indébita e consequente ridículo.



É verdade que, com 27 anos de idade, em 1936, a Providência me transferiu, de modo inesperado, para o Rio de Janeiro. Aí, fui levado a colaborar com d. Sebastião Leme e, a seguir, com d. Jaime Câmara. Um dia (sou fraco em datas), vi-me nomeado assistente geral da Ação Católica Brasileira. Em uma célebre Assembleia Geral da Ação Católica, os bispos presentes (recordo-me, entre outros, de d. Antonio Cabral, d. Fernando Gomes e de d. José Delgado) exigiram a criação de um Secretariado Nacional da Ação Católica. Lançaram até um desafio fraterno: se o Secretariado fosse fundado, depois de seis meses de funcionamento, os bispos do Brasil se encarregariam de mantê-lo. 



Comuniquei a d. Jaime o desafio amável recebido em Belo Horizonte. Ele abençoou a ideia e deu-me carta-branca para agir. Para instalar o Secretariado Nacional da Ação Católica Brasileira fui obrigado a pedir emprestados 50 contos (há uns bons 28 anos) à ASA (Ação Social Arquidiocesana do Rio de Janeiro), que tinha como assistente o queridíssimo irmão pe. Vicente Távora (mais tarde d. Távora), como presidente a Srª. Celina Guinle de Paula Machado e como tesoureiro, o único sobrevivente dos três, Luiz Bettencourt. 



Com os famosos 50 contos, alugamos oito salas no inesquecível 16º andar do nº 11 da rua México. Compramos o mobiliário indispensável (uns 3 ou 4 armários, umas 4 ou 5 mesas, uma máquina de escrever). O que estava acima de qualquer preço foi a mobilização de leigos simplesmente admiráveis, devotadíssimos, não a pessoas, mas ao serviço ao próximo, servindo à Igreja. Fui buscar no Instituto do Sal, então presidido pelo atual ministro da Justiça, Armando Falcão, uma criatura-símbolo que permaneceu fiel até ser levada pelo Pai para a Casa da Eternidade, há um mês atrás: Cecília Monteiro. Do primeiríssimo núcleo de colaboradores da Ação Católica Brasileira, precursora da CNBB, continuam na ativa, entre outros, Aglaia Peixoto, Carlina Gomes, Maria Luiza Amarante e Edgar Amarante, Jeanette Pucheu, Vera Jacoud, Frei Romeu Dale... Trabalha na Bélgica Yolanda Bettencourt. Parece-me que é juiz Celso Generoso e deputado, Célio Borja. Um “comigo” (tínhamos mesmo um pacto de unidade) meu irmão d. José Távora. Citei apenas nomes que lembram outros numerosos nomes que recordam dedicações sem conta.



O Secretariado Geral da Ação Católica Brasileira, com o apoio de núncios apostólicos, como d. Carlos Chiarlo e d. Armando Lombardi, e a alta proteção de d. Jaime e de d. Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, começou inclusive a promover Encontros Regionais de Bispos, como o dos prelados da Amazônia e o dos prelados do Vale do São Francisco.



Estava madura a ideia da CNBB. Em um País de dimensões continentais, impunha-se um secretariado que ajudasse os bispos a equacionar com segurança os problemas locais, regionais e nacionais, em face dos quais a Igreja não pode ser indiferente.



Aproveitando um bom pretexto para uma primeira viagem a Roma, fui expor o sonho da CNBB ao então subsecretário de Estado do Santo Padre Pio XII, S. Exa. Mons. Montini. Ia como representante dos anseios de numerosos bispos, e viajei com o apoio precioso do senhor núncio e dos senhores cardeais do Rio (d. Jaime) e de São Paulo (d. Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota).



Mons. Montini ouvia os problemas do mundo inteiro, com enorme perspicácia e profundo interesse fraterno. Quando, depois de meia hora, acabei de expor o projeto da CNBB, ele me submeteu a um teste para medir se me moviam segundas intenções de candidatar-me a bispo. Disse-me S. Exa.: “Estou convicto da necessidade da CNBB. Resta-me uma dúvida final: por tudo que eu ouço e sinto, o natural secretário-geral da CNBB seria o senhor. Acontece que a Conferência é de bispos, e o senhor não é bispo”. 



Não vacilei um segundo na resposta: qualquer outro poderia levantar aquela dúvida, menos ele, que, sem ter então caráter episcopal, era instrumento de Deus para ligação com o Episcopado do Brasil. S. Exa. sorriu, feliz, sentindo que, nem por sombra, havia subintenções no projeto da CNBB. Lembro-me que já deixei no espírito de mons. Montini a sugestão do futuro CELAM.



Um ano depois da primeira ida a Roma, tive de voltar a mons. Montini para insistir no sonho da CNBB. Ele garantiu que, em menos de três meses, a Conferência estaria criada. Deus se serviu do hoje Santo Padre Paulo VI para a fundação da CNBB e, pouco depois, do CELAM.



Durante dois períodos (de seis anos cada) fui secretário-geral da CNBB. Tivemos nossas primeiras Assembleias Gerais de Bispos e Encontros Regionais memoráveis como os dois Encontros dos Bispos do Nordeste.



Tivemos aventuras maravilhosas como o Concílio Ecumênico Vaticano II. Mas ainda era a pré-história da nossa CNBB. Francisco Whitaker Ferreira, o pe. Raimundo Caramuru e Carlina Gomes deram impulso decisivo para que nossa Conferência imprimisse cunho mais científico à sua programação. Ao 2º secretário-geral, d. José Gonçalves, coube dar embasamento financeiro à Conferência. Passos decisivos para a presente figura da CNBB foram o Vaticano II, o Encontro Latino-americano de Medellín e o fortalecimento da unidade da CNBB, graças aos Secretariados Regionais que cobrem todo o País.



Hoje, nossa Conferência, sob a presidência providencial de d. Aloísio Lorscheider, com a cobertura perfeita de d. Ivo Lorscheiter como secretário-geral, com a dedicação de sempre de assistentes notáveis e de um laicato extraordinário (do qual é símbolo, no momento, Aglaia Peixoto), a CNBB, com as bênçãos de Deus, revela-se sempre mais, à altura da hora difícil vivida pelo nosso país e pelo mundo.



Haja vista a iniciativa das jornadas internacionais para uma sociedade sem dominação, assumida em conjunto pelas Conferências de Bispos da França, dos Estados Unidos, do Canadá, da Ásia e pela Organização de Juristas Internacionais e contando com mais de mil adesões dos cinco continentes e dos setes mares...

Presidência da CNBB - 60 anos


Desde a sua criação, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil já teve onze presidentes. Na verdade, a Presidência é um órgão colegiado, dirigente e administrativo da CNBB, por cujos atos e pronunciamentos respondem solidariamente os três membros que a compõem, nas funções de presidente, vice-presidente e secretário-geral.


Entre as tarefas deste grupo está o relacionamento frequente com a Santa Sé; o diálogo e a cooperação apostólica com as Conferências Episcopais; além da responsabilidade patrimonial e financeira da entidade.


A seguir, a lista dos que ocuparam mandatos na Presidência da CNBB:



1952 - 1958
Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Cardeal Motta - presidente
Dom Helder Pessoa Câmara – secretário-geral (não havia vice-presidente)



1958 - 1964
Dom Jaime de Barros Cardeal Câmara - presidente    
Dom Hélder Pessoa Câmara – secretário-geral (não havia vice-presidente)    



1964-1968
Dom Agnelo Cardeal Rossi - presidente         
Dom Avelar Brandão Vilela – vice-presidente 
Dom José Gonçalves Costa – secretário-geral 



1968-1971
Dom Agnelo Cardeal Rossi - presidente         
Dom Alfredo Vicente Cardeal Scherer – vice-presidente 
Dom Aloísio Lorscheider – secretário-geral 



1971—1974 
Dom Aloísio Cardeal Lorscheider - presidente
Dom Avelar Cardeal Brandão Vilela – vice-presidente    
Dom José Ivo Lorscheider – secretário-geral    



1974—1979
Dom Aloísio Cardeal Lorscheider - presidente
Dom Geraldo Fernandes Bijos - vice-presidente    
Dom José Ivo Lorscheider – secretário-geral    



1979-1983     
Dom José Ivo Lorscheider - presidente
Dom Clemente José Carlos de Gouvea Isnard – vice-presidente
Dom Luciano Mendes de Almeida – secretário-geral    



1983-1987     
Dom José Ivo Lorscheider - presidente
Dom Benedito de Ulhôa Vieira – vice-presidente
Dom Luciano Mendes de Almeida – secretário-geral 




1987-1991 1995
Dom Luciano Mendes de Almeida - presidente         
Dom Paulo Eduardo Andrade Ponte – vice-presidente †     1987-1991     
Dom Antônio Celso de Queiroz – secretário-geral      



1991-1995
Dom Luciano Mendes de Almeida - presidente         
Dom Serafim Fernandes de Araújo – vice-presidente    
Dom Antônio Celso de Queiroz – secretário-geral      



1995-1998
Dom Lucas Cardeal Moreira Neves – presidente (renunciou ao ser nomeado Prefeito da Congregação para os Bispos).
Dom Jayme Henrique Chemello – vice-presidente 
Dom Raymundo Damasceno Assis     - secretário-geral      



1998-2003
Dom Jayme Henrique Chemello – presidente 
Dom Marcelo Pinto Carvalheira – vice-presidente 
Dom Raymundo Damasceno Assis     - secretário-geral      



2003-2007
Dom Geraldo Majella Cardeal Agnelo - presidente    
Dom Antônio Celso de Queiroz – vice-presidente      
Dom Odilo Pedro Scherer – secretário-geral      



2007-2011
Dom Geraldo Lyrio Rocha     - presidente
Dom Luiz Soares Vieira – vice-presdiente
Dom Dimas Lara Barbosa – secretário-geral     



2011-2015
Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis - presidente
Dom José Belisário da Silva – vice-presidente 
Dom Leonardo Ulrich Steiner – secretário-geral

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

ANIVERSARIO DO CRISTO REDENTOR(81 ANOS)

Hoje temos alegria de dizer também que o cristo redento localizado no rio de janeiro completa hoje 81 anos de fundamento. 

 historia do cristo redento como surgiu ? 


A construção de um monumento religioso no local foi sugerida pela primeira vez em 1859, pelo padre lazarista Pedro Maria Boss, àPrincesa Isabel.No entanto, apenas retomou-se efetivamente a ideia em 1921, quando se iniciavam os preparativos para as comemorações do centenário da Independência.
estrada de rodagem que dá acesso ao local onde hoje se situa o Cristo Redentor foi construída em 1824. Já a estrada de ferro teve o primeiro trecho (Cosme Velho-Paineiras) inaugurado em 1884. No ano seguinte, 1885, o segundo trecho foi concluído, completando a ligação com o cume. A ferrovia, que tem 3 800 metros de extensão, foi a primeira a ser eletrificada no Brasil, em 1906. A construção do Cristo Redentor, ainda, é considerada um dos grandes capítulos da engenharia civil brasileira. Foi erguida em concreto armado e revestida de um mosaico de triângulos de pedra-sabão originária da região de Carandaí, no estado brasileiro de Minas Gerais. 

 inauguração como aconteceu e quando? 

Na cerimônia de inauguração, no dia 12 de outubro de 1931, estava previsto que a iluminação do monumento seria acionada a partir da cidade de Nápoles, de onde o cientista italiano Guglielmo Marconi emitiria um sinal elétrico que seria retransmitido para uma antena situada no bairro carioca de Jacarepaguá, via uma estação receptora localizada em DorchesterInglaterra, tudo a convite de Assis Chateaubriand. No entanto, o mau tempo impossibilitou a façanha e a iluminação foi acionada diretamente do local. O sistema de iluminação original foi substituído duas vezes: em 1932 e no ano 2000.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

CNBB reflete sobre respostas da Igreja aos dados mostrados no “mapa das religiões” do IBGE


Os bispos que compõem o Conselho Episcopal Pastoral, Consep, reunidos em Brasília, desde a manhã desta terça-feira, 25 de setembro, voltaram a discutir o quadro geral das religiões no Brasil apresentado pelos resultados do Censo feito pelo IBGE em 2010 e publicados em junho deste ano. Desta vez, a reflexão foi dirigida às iniciativas pastorais que devem ser tomadas ou reforçadas para responder ao fato de que caiu o número de brasileiros que se declaram membros da Igreja Católica.
Segundo o IBGE, “os resultados do Censo Demográfico 2010 mostram o crescimento da diversidade dos grupos religiosos no Brasil. A proporção de católicos seguiu a tendência de redução observada nas duas décadas anteriores, embora tenha permanecido majoritária. Em paralelo, consolidou-se o crescimento da população evangélica, que passou de 15,4% em 2000 para 22,2% em 2010. Dos que se declararam evangélicos, 60,0% eram de origem pentecostal, 18,5%, evangélicos de missão e 21,8 %, evangélicos não determinados”. A pesquisa revela também “que os católicos romanos e o grupo dos sem religião são os que apresentaram percentagens mais elevadas de pessoas do sexo masculino. Os espíritas apresentaram os mais elevados indicadores de educação e de rendimentos”.
Padre Thierry Linard de Guertechin, presidente do Instituto Brasileiro de desenvolvimento, IBRADES, organismo anexo da CNBB, resumiu a questão apresentada no chamado “mapa das religiões”. Ele lembra que não se deve se prender ao que se têm destacado muito às duas categorias de “católicos” e “evangélicos”. Há novas comunidades cristãs que cresceram. É preciso ainda considerar que cresceu também o número dos que se declaram sem religião. Padre Thierry ressaltou que o casamento tem sido um fator importante na análise da situação atual. Há um número considerável de casais com uniões consid eradas não regulares que estão fora das contas oficiais sobre os membros da Igreja. Lembrou também que há que se considerar a situação das comunidades que não têm assistência dos ministros ordenados. E não se pode esquecer que há declaração daqueles que não são praticantes.
Os bispos abriam uma conversa ampla. “É preciso considerar o resultados das pesquisas na elaboração dos planos de pastoral de nossas dioceses”, disse dom Joaquim Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) e presidente da Comissão de Educação e Cultura da CNBB. “É preciso pensar em estruturas mais simples para nossas comunidades”, continuou dom Mol e afirmou que estão fazendo em Belo Horizonte uma pesquisa, tecnicamente profissional, para se aprofundar o significado dos números. Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e Família, falou que o percentual dos não praticantes dos brasileiros que se declaram católicos torna-se, facilmente, disponível para a oferta de outras Igrejas que têm, por exemplo, o trabalho de visitar as pessoas de casa em casa com a disposição de ler a Bíblia.
“Os números mostram que a nossa catequese não é ainda suficiente”, afirmou dom Jacinto Bergmann, bispo de Pelotas (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a animação bíblico-catequético. Ele considera que a formação de grupos bíblicos pode ser um sinal de esperança na evangelização. “É preciso levar a sério as pesquisas”, disse o cardeal dom Claudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo e presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia. Ele diz que desde que se começou a divulgar dados sobre o número dos católicos verifica-se quedas. Considera que é importante considerar o modo como se acolhe para os sacramentos e é preciso partir da fé do povo e não colocar em dúvida a fé que as pessoas manif estam ainda que não se tenha uma exposição teologicamente elaborada. O cardeal também mencionou a importância da participação dos leigos. Sobre esse tema, o prof. Geraldo Aguiar, assessor da Comissão Episcopal Pastoral, declarou: “Acreditem nos leigos e haverá um processo de transformação da nossa Igreja”.
Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e a Paz, destacou a importância da formação dos ministros ordenados considerando que a Eucaristia é a fonte e o horizonte da Igreja. Reforçou ainda a importância da participação dos leigos com a valorização dos leigos e a ênfase no “ir ao povo”.  Nesta linha, prof. Sergio Coutinho, da Comissão do Laicato, chamou atenção para a correlação dos resultados do Censo de IBGE com os dados da pesquisa do CERIS. Houve um crescimento no número das paróquias, aumento dos números dos párocos, ampliação do quadro dos diáconos. Insistiu na importância das comunidades eclesiais de base com uma séria “desideologização” dessas expressões legítimas da vida da Igreja.
“Nós corremos o risco de fazer boas análises sem que isso reflita na pastoral considerando também o aprofundamento da realidade local”, lembrou dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé. “Formar cristãos de verdade” é esse o grande objetivo da evangelização e isso, certamente, refletirá nos números. Dom Pedro Brito, arcebispo de Palmas (TO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os ministérios ordenados, considera importante a formação de missionários leigos nas comunidades. Dom Sergio Braschi, bispo de Ponta Grossa (PR), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária realçou a valorização dos diáconos.
Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação destacou a iniciativa da setorização das paróquias, comunidade de comunidades, porque considera que essa urgência “puxa” todas as outras apresentadas pelas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora. Dom Eduardo Pinheiro, bispo auxiliar de Campo Grande e presidente da Comissão Episcopal Pastoral reforçou a eficácia das iniciativas da setorização das paróquias e também lembrou que a peregrinação da cruz e do ícone de Nossa Senhora está dando um recado claro por parte dos jovens: “nós estamos aqui!”. No âmbito de todas essas considerações, segundo Padre Sidnei Marcos Dornelas, assessor da Missão Continental, há uma integração entre os apelos da Nova Evangelização, os apelos do CELAM e as Diretrizes Gerais da CNBB.  
FONTE(CNBB NACIONAL)

Disque-Denúncia já recebeu 527 ligações na CNBB

O Disque-Denúncia foi lançado dia 02 de agosto, resultado da parceria entre a Comissão de Justiça e Paz – CJP da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB do Regional Norte 2 (Pará e Amapá), o Ministério Público Federal - MPF e o Tribunal Regional Eleitoral – TRE.

Através do 0800 as pessoas podem fazer as denúncias de irregularidades, como compra de votos e outros. Essa ação faz parte da campanha do Comitê Estadual do Movimento Nacional de Combate à Corrupção Eleitoral, coordenado pela CJP da CNBB N2.

Atualmente já foram recebidas 527 ligações, desse total 181 denúncias com provas foram encaminhadas para o MPF. O serviço funciona de segunda à sexta-feira de 8h às 17h mas próximo do pleito funcionará 24h conforme explica Henriqueta Cavalcante “Estamos tentando resolver a questão estrutural devido a sede do Comitê funcionar no perímetro de risco, precisamos tomar os procedimentos para a segurança dos voluntários”.

CNBB vai enviar mensagem ao povo sobre eleições


Brasília - Teve início no último dia 25 de setembro, a reunião ordinária do Conselho Episcopal Pastoral, o Consep, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O grupo que forma o Conselho tem a presença dos presidentes das Comissões Episcopais Pastorais da Conferência juntamente com a presidência da entidade. Uma mensagem sobre eleições municipais será publicada no final do encontro que tem uma pauta extensa, com destaque para o acompanhamento da implementação das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil (DGAE) e o aprofundamento da leitura dos dados oferecidos pelo último Censo do IBGE no que se chamou de “mapa das religiões”.
 
Na segunda sessão de trabalho da manhã, os bispos tiveram oportunidade de acompanhar a apresentação da análise da conjuntura política e social do momento atual vivido pelo Brasil. O processo da campanha eleitoral, inclusive, tem sido acompanhado pela CNBB por meio da campanha “Voto Consciente” realizada em todas as dioceses do Brasil com especial ênfase na valorização da escolha dos candidatos que respeitem a inspiração e as exigências da lei da Ficha Limpa. Também foi anunciado, no inicio da reunião, que a Conferência vai emitir uma nova mensagem a respeito das eleições municipais. 

domingo, 23 de setembro de 2012

Dilma recebe credenciais do Núncio Apostólico no Brasil

A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta quinta-feira, 20 de setembro, no Palácio Itamaraty, 18 embaixadores estrangeiros que servirão no Brasil. De acordo com a Convenção de Viena
sobre Relações Diplomáticas, o embaixador ou embaixadora assume oficialmente suas funções no Estado acreditado a partir da entrega de suas cartas credenciais.

A solenidade costuma ser um espetáculo de cores e exemplo de diversidade cultural devido ao uso, por alguns diplomatas, de trajes tradicionais, como fizeram hoje os embaixadores de Mianmar, Zâmbia e Emirados Árabes.

Antes da cerimônia, a presidenta pediu ao Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, informações detalhadas sobre cada embaixador e uma síntese sobre a situação política, econômica e social do respectivo país.

Na ocasião, Dilma recebeu as credenciais do Núncio Apostólico no Brasil (nome dado ao embaixador do Vaticano), dom Giovanni d'Aniello; da África do Sul, Mohakama Mbete; de Portugal, Francisco Maria de Sousa Ribeiro Telles; do Paquistão, Nasrullah Khan; da Espanha, Manuel de La Cámara Hermoso; e da Romênia, Diana Anca Radu.

Também foram credenciados os embaixadores da Ucrânia, Rostyslav Volodymyrovytch Tronenko; da Jamaica, Alison Stone Roofe; da Eslováquia, Milan Cigán; da Zâmbia, Cynthia Misozi Jangulo; de Mianmar, Tun Nay Linn; e dos Emirados Árabes Unidos, Sultan Rashed Sultan Alkayatoub.

Dilma recebeu ainda as credenciais dos embaixadores da Guatemala, Julio Armando Martini Herrera; da Coreia do Sul, Ko Bon-Woo; da Bolívia, Jerjes Justiniano Talavera; de Omã, Khaled Said Salem Al Jaradi; da Áustria, Marianne Feldmann; e da Noruega, Aud Marit Wiig.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Curso de Bioética marca o encerramento da Semana Nacional da Família 2012 em Juiz de Fora

Com um público de mais de 300 pessoas, dentre o clero, leigos e profissionais da saúde, a arquidiocese de Juiz de Fora (MG) encerra a Semana Nacional da Família. O Curso de Atualização Teológico-Pastoral, com o tema da bioética, foi o meio escolhido pela Igreja para celebrar a data. O evento foi ministrado pelo integrante da Academia Pontifícia para a Vida, de Roma, padre Alberto Germán Bochatey, e aconteceu de 10 a 16 de agosto.
“O objetivo do curso foi encontrar a verdade de Cristo nos temas da vida e da família. Discutir sobre os grandes desafios para respeitar a vida humana e sobre a necessidade de encontrar um meio de proteger a dignidade, a inviolabilidade e a unidade da pessoa. Essas reflexões buscam descobrir, uma vez mais, a mão de Deus na vida e na família”, destacou o padre Alberto. 
Além das missas, sessão sobre história, contexto e perspectivas sobre a exortação apostólica Familiaris Consortio, bioética pastoral para leigos e reflexões sobre o tema da Semana da Família "A família: O trabalho e a festa" estiveram na programação.
“Nosso curso foi muito positivo. A bioética é um assunto muito discutido hoje, pois quase diariamente aparecem novas teorias. O padre Alberto foi extremamente feliz em sua colocação. Devemos sempre colocar esse tema em pauta porque contribui também para nosso trabalho pastoral junto às comunidades”, disse padre Daniel de Barros Santos.
Além do arcebispo de Juiz de Fora, dom Gil Antônio Moreira, o bispo de São João Del Rei (MG), dom Célio Goulart e o administrador diocesano de Leopoldina (MG), monsenhor Alexandre Ferraz também participaram do evento.

“Ficamos felizes em ver o quanto a Igreja pode contribuir com competência científica a respeito desses temas e também com orientação pastoral e espiritual embasada a esse respeito, tratando sobre o valor da vida desde a fecundação até a morte natural”, resumiu dom Gil Antônio Moreira. 
 fonte ( cnbb)

No Angelus,Papa afirma que a Assunção nos indica o futuro da humanidade


Nesta quarta-feira, 15, quando a Igreja celebra a Assunção de Nossa Senhora ao céu, Bento XVI rezou a oração mariana do Angelus junto aos fiéis que foram a Castel Gandolfo neste dia feriado na Itália e na Europa.
Antes da oração, ele explicou que a festa da Assunção é uma realidade que toca também nós, porque nos indica de modo luminoso nosso destino, o da humanidade e da história. Retomando amplamente o que já havia ilustrado na Missa desta manhã, o Papa sintetizou a idéia que depois da morte, não há o vazio, mas o abraço amoroso de Deus. Por isso, a festividade de hoje, para o cristão, é “estritamente ligada à Ressurreição”.
Bento XVI recordou aos mais de 3 mil fiéis reunidos no pátio da residência que a proclamação do dogma da Assunta ocorreu em 1950 com o Papa Pio XII, e brevemente, citou a tradição das Igrejas ortodoxas russas, que fala de ‘Dormição’ e não de Assunção.
Encerrando, o Papa lembrou um trecho da Constituição conciliar Lumen Gentium: “Maria, depois de elevada ao céu, não abandonou esta missão salvadora, mas, com a sua multiforme intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna. Ela cuida, com amor materno, dos irmãos de seu Filho que, entre perigos e angústias, caminham ainda na terra, até chegarem à pátria bem-aventurada”.
Após a oração, o Papa fez breves saudações em algumas línguas. Hoje foi a vez também do português:
Saúdo cordialmente os fiéis brasileiros de Umuarama e Paranavaí e demais peregrinos de língua portuguesa, sobre cujos passos e compromissos cristãos imploro, pela intercessão da Virgem Mãe, as maiores bênçãos divinas. Deixai Cristo tomar posse da vossa vida, para serdes cada vez mais vida e presença de Cristo! Ide com Deus”. 


FONTE(cnbb norte 2)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Começa o Encontro dos Novos Bispos na CNBB


Começou na tarde de hoje, 13 e segue até a próxima sexta-feira, 17 de agosto, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, o 23º Encontro dos Novos Bispos. O evento é organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada e conta com participação de 13 bispos nomeados desde agosto de 2011 a julho deste ano.
Os novos bispos foram recebidos pelo presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom Pedro Brito, arcebispo de Palmas (TO) e pelo assessor da mesma Comissão, padre Deusmar Jesus da Silva. Após as primeiras apresentações, o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, recebeu os bispos e levantou as perspectivas da Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE).
A programação conta ainda com palestras do ecônomo da CNBB, Francisco Julho de Souza, do subsecretário adjunto de pastoral, padre Francisco de Assis Wloch e uma visita a Nunciatura Apostólica.
Este encontro foi criado no Brasil em 1989 para que os novos bispos pudessem entender sua nova função dentro da Igreja. Depois, tanto o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM) quanto o Vaticano seguiram o exemplo do Brasil e desenvolveram um evento semelhante.
Segundo o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno, após a criação do encontro dos novos bispos pelo Vaticano, onde bispos do mundo inteiro participam, o CELAM então deixou de ministrar, priorizando o da Santa Sé. 
fonte(diocese de Bragança do pará)

Tem início a Semana Nacional da Família: A Família, o trabalho e a festa

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família convoca todos os filhos da Igreja para a Semana Nacional da Família 2012 e motiva todos os agentes da Pastoral Familiar a celebrarem e promoverem o dom precioso da família, “patrimônio da humanidade”.Seguindo o VII Encontro Mundial das Famílias, em Milão, a comissão sugere que seja trabalhado nos grupos familiares e comunitários, tanto na Semana Nacional da Família  (12 a 18 de agosto), como em outros períodos, o tema: 'A Família: o trabalho e a festa.'

Todos as pessoas que acreditam e amam a família são convidadas através de momentos de encontro e celebração, com a preocupação de promover o valor único e próprio da família a organizarem e participarem da Semana Nacional da Família.

A Semana Nacional da Família tem como objetivo geral promover, fortalecer e evangelizar a família, a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária e profética, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, (cf. Jo 10,10) rumo ao Reino definitivo (DGAE) e, assume como desafio os mesmos objetivos da Pastoral Familiar, dentre eles:

- Formar agentes qualificados que transmitam os ensinamentos da Igreja com simplicidade, clareza e precisão, sem prescindir da compreensão e da caridade cristãs perante as diversas realidades vividas pelos casais, acolhendo toda e qualquer realidade familiar.

- Promover o fortalecimento dos laços familiares nos ensinamentos evangélicos e apontar caminhos para a solução das crises e dos problemas intrafamiliares de todo tipo.

- Incentivar o crescimento da espiritualidade familiar de diferentes maneiras, de tal modo que pais e filhos encontrem, no lar o ambiente mais propício para o desenvolvimento da sua vida crista.

- Unir esforços para que a família seja, de fato, um santuário da vida, valorizando o ser humano em todos os seus estágios, desde a concepção até a morte natural, contrapondo as leis que contrariam essa verdade natural.

- Despertar a família para sua missão sagrada, insubstituível e inalienável de educadora, de escola onde se aprendem e experimentam os valores humanos e evangélicos/religiosos.

- Motivar o sentido missionário da família, buscando todos os meios para sanar e fortificar esta “célula” básica da sociedade da qual deriva o vigor a todo o organismo social, podendo utilizar o recurso de Associações de Família.

- Oferecer contínuo apoio aos casais e famílias das comunidades e paróquias, e reaproximar as famílias afastadas da Igreja, promovendo a participação das famílias nos tempos litúrgicos mais importantes e igualmente suscitar reuniões de reflexão de subsídios especialmente preparados para esse fim e eventos celebrativos.

- Prosseguir na articulação e na busca de apoio dos integrantes dos Movimentos, Serviços e Institutos Familiares e de promoção e defesa da vida. 

FONTE(cnbb)