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domingo, 2 de fevereiro de 2014

As duas túnicas

Um jovem fez uma longa viagem pelo deserto para encontrar um misterioso padre.

- Padre - perguntou-lhe após tê-lo, finalmente, encontrado - como posso viver bem a minha vida?

O padre lhe respondeu com uma pergunta:

- Como foi o caminho que te trouxe aqui?

O jovem explicou:

- Quando saí da cidade o caminho era largo e muitas pessoas andavam por lá. Depois ficou mais estreito e poucas pessoas transitavam nele. Enfim se transformou numa vereda e fiquei sozinho até chegar aqui com o senhor.

- Falaste bem: "se transformou". Viver bem a própria vida significa transformar-se. E tu és aquela estrada.

- Como assim? - perguntou o jovem.

- É muito simples - respondeu o sábio e tirou, de um pequeno baú, duas túnicas, uma vermelha e uma branca - a túnica vermelha é a da mocidade. Veste-a e vive a tua juventude começando daqui o teu caminho. Na vereda, terás a impressão de estar sozinho e viverás a angústia de começar a transformar o teu coração de egoísta em generoso. É uma luta difícil que vai durar toda a vida, mas podes sustentá-la com a força que tens em teus membros e a energia que sentes no fundo do teu coração. Tu te tornarás um pequeno caminho e já saberás orientar outros para seguir pelo rumo certo. Enfim, serás uma estrada e muitos caminharão através de ti na direção correta, com a alegria de não ter-se perdido. Chegarás assim à cidade: ao fervilhar do trabalho e do amor. Sejas uma cidade nobre, produtiva e generosa. No entanto, logo que perceberes que a tua túnica está perdendo a cor, deixe-a, veste a túnica branca e retoma o caminho de volta para o deserto. Será uma decisão dolorida, porque a cidade está cheia de vida e a estrada que sai de ti vai rumo à solidão. Tu terás, porém, a maturidade e a experiência necessárias para enfrentá-la. Seguirás em frente até não encontrar mais ninguém, se não a mim, que estarei te esperando. Te reconhecerei pela túnica que será de novo vermelha do teu sangue espiritual derramado para transformar-te de novo e sempre.

O jovem entendeu que a vida pode ser uma extraordinária aventura e que cada idade tem o seu sentido. Assim, leve, começou a caminhar pela vereda que saía do coração do Pai.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O PREÇO DA SUA LIBERDADE.

George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em sua igreja carregando uma gaiola; Colocou-a no púlpito e então começou a falar: 

Eu estava andando ontem pelas ruas, quando vi um menino levando esta gaiola contendo 3 pequenos passarinhos que tremiam de frio e medo.

Perguntei então ao menino: O que você vai fazer com esses passarinhos?

Ele me respondeu: Irei levá-los para casa, me divertirei um pouco com eles, depois tirarei suas penas e os queimarei.

Aterrorizado com as respostas a as intenções daquele menino, perguntei em seguida:

Quanto você quer por esses passarinhos menino?

O menino respondeu: O senhor não vai querê-los, eles não servem para nada. São feios!

Com muita insistência, comprei aqueles passarinhos por 10 dólares, e os soltei em uma árvore!

Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na terra.

O diabo respondeu: Estou me divertindo com elas, ensino-as a fazer bombas, a matar, a usar revolver, a odiar umas às outras, a casar e divorciar, a abusar de criancinhas, usarem drogas, a beber e fazer tudo o que não se deve.

Disse Jesus: E o que você fará com elas em seguida?

O diabo respondeu: Vou matá-los, acabar com a vida deles e lançá-los no inferno.

Aterrorizado com as respostas e as intenções do diabo, Jesus então lhe perguntou:

Quanto você quer por estas vidas?

O diabo respondeu: você não vai querer essas pessoas... rsrsr; Elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas, avarentas e dadas aos prazeres e deleites terrenos! 

Nunca irão amá-lo de verdade, irão lhe bater, cuspirão no seu rosto, irão lhe desprezar e nem levarão em consideração o que você fizer por elas.

Jesus insiste novamente, Quanto você quer por estas vidas?

O diabo então responde: Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue!

Disse Jesus: Trato feito!

E Jesus então pagou o preço da nossa liberdade!

Conclusão:

Como nós podemos nos esquecer de Jesus! Acreditamos em tudo o que nos ensinam, mas sempre questionamos as coisas que vêm de Deus!

Todos querem um dia estar com Deus, mas não querem conhecê-lo e amá-lo!

Muitos dizem: Eu acredito em Deus, mas não fazem nada por Ele ou para Ele!

Portanto, evangelize, leve uma mensagem de salvação para as pessoas ao seu redor. Ore, peça perdão pelos seus pecados, agradeça a Deus por tudo.

Seja um pescador de almas, leia a bíblia com freqüência, procure uma igreja, ore nas madrugadas, pratique a caridade, visite os órfãos e as viúvas, ocupe seu tempo com as coisas de Deus, prepare-se para a volta de Cristo.

Amém.

Deixe Secar!



Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com  bolinhas amarelas. No dia  seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não  podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. Júlia então pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela  pudesse brincar sozinha na   garagem o  prédio.  Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedotão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam  algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, ariana desabafou:
‘Está vendo,  mamãe, o que a Júlia fez comigo?  Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
‘Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama  em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.  Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil  limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro.  Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala  ver televisão. Logo depois  alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho
na mão. Sem que  houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
‘Mariana, sabe  aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.Quando eu contei  para a mamãe ela ficou  preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.’
‘Não tem   problema, disse Mariana, minha raiva já secou.’
E dando um  forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para  contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.  Nunca tome qualquer atitude com raiva.   A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.   Assim você evitará cometer  injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e  correta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre:
Deixe a raiva secar.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

UM Abraço ....


Sentir o nosso coração ao mesmo tempo que o de alguém a quem damos um abraço faz-nos de tal maneira bem à saúde, traz-nos uma tal paz, que até existe uma forma de tratamento chamada Terapia do Abraço.
Um bom abraço ajuda-nos a sentir as muitas dimensões do amor: a facilidade para receber e dar, a sensibilidade para o sofrimento, a disponibilidade para a alegria de se divertir e a profundidade da ternura.
Abraçar alguém é como dizer-lhe: "Olha, aqui estou para o que quiseres, de coração aberto para ti". O que implica aceitar ser rejeitado. Mal interpretado. Correr esse risco.
No entanto, só se a atitude interior, o pano de fundo a partir do qual nos relacionamos com os outros, for de lhes estender os braços e de os tocar, poderemos descobrir o valor da partilha.
Não são só as pessoas solitárias, infelizes, inseguras, que precisam ser abraçadas. Abraçar bem dá-nos saúde. Mas não se trata de abraços sociais, de conveniência, em que duas pessoas se tocam apenas por fora – portanto não se tocam -, nem de abraços de dois amantes apaixonados que um ao outro se agarram.
São abraços que acontecem porque saem cá de dentro sem que os travemos. Como expressão de um amor incondicional que nos habita – e de que não temos medo, porque o olhamos como algo que verdadeiramente nos liberta.
A intimidade que um abraço sincero oferece é a da compreensão. Da atenção. Da solidariedade. Da amizade que existe para lá da exaltação dos sentidos, apenas por ter a consistência daquilo que brota do fundo de nós mesmos e que se mantém quer faça sol quer chova.
Abraços são uma espécie de foguetes capazes de fazer despertar moribundos ou fazer levantar da cama preguiçosos. Explosões de vida. Há quem goste de os dar para reafirmar um vínculo de amizade ou qualquer outro sentimento. E são uma das melhores festas gratuitas a que toda a gente tem acesso. São abraços do fundo do coração, frequentes entre duas pessoas que, por nada pedirem uma à outra, de cada vez que se encontram recebem sempre muito – e apenas por isso são levadas a celebrá-lo.
Quando um coração se abre para outro coração, há quase sempre uma qualquer maravilha que pode acontecer. Ou, quanto mais não seja, uma sensação de paz possível, neste mundo cheio de guerras em que vivemos.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

As coisas que aprendi na vida




Porque viver é aprender!

05 Anos Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. 06 Anos Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite. 

08 Anos Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. 

09 Anos Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. 

11 Anos Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. 

12 Anos Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais, ainda, em casa. 

13 Anos Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. 

14 Anos Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada.

25 Anos Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou.

29 Anos Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. 

35 Anos Aprendi que quando minha mulher e eu temos, finalmente, uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas. 

37 Anos Aprendi que casais que não têm filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. 

40 Anos Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles. 

42 Anos Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. 

43 Anos Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada.

44 Anos Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados. 

45 Anos Aprendi que a época que preciso, realmente, de férias é justamente quando acabei de voltar delas. 

46 Anos Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. 

47 Anos Aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles. 

48 Anos Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de consegui-lo. 

49 Anos Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão. 

50 Anos Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional à espessura das toalhas. 

51 Anos Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. 

52 Anos Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. 

54 Anos Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo. 

57 Anos Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. 

63 Anos Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar pra lá. 

64 Anos Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo nunca acontecem. 

66 Anos Aprendi que todas as pessoas que dizem que "dinheiro não é tudo", geralmente, têm muito. 

67 Anos Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. 

72 Anos Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. 

88 Anos Aprendi que amei menos do que deveria.

Aprendi que tenho muito a aprender.

domingo, 23 de setembro de 2012

Faça o Bem



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Sentir Deus


Um professor entrou na sala de aula e encontrou seus alunos, crianças de 7 anos, falando sobre Deus. 
E o professor ficou se perguntando:”como essas crianças podem acreditar que Deus existe, se não conseguem vê-lo, nem tocá-lo?”
Percebendo que aquele assunto estava interessando cada vez mais as crianças, resolveu fazer uma experiência: 
Colocou em cima da mesa dois copos transparentes com água e perguntou: 
- Vocês sabem qual a diferença entre esses dois copos? 
Os alunos responderam em uma só voz: 
- Nenhuma diferença. Os dois contém água limpa. 
Então, o professor deu a cada um dos alunos, uma colher e pediu: 
- Agora quero que vocês provem da água de cada copo. 
Quando todos os alunos tinham experimentado o líquido, o professor, quis saber: 
- E, então, ainda afirmam que os dois copos são iguais? 
Em coro, as crianças responderam: 
- Não. 
E o professor perguntou a uma das crianças: 
- Você, Jéssica, por que os dois copos não são iguais?
E a menina respondeu: 
- Num copo a água é doce, no outro não é. 
O professor, então, concluiu: 
- O mesmo acontece em relação a Deus. Para perceber a existência de Deus, é preciso experimentá-lo. Não podemos vê-lo, nem tocá-lo, mas podemos senti-lo.
Percebendo que as crianças continuavam atentas ao que dizia, o professor acrescentou: 
- Deus não pode ser tocado com as mãos nem medido com fita métrica, muito menos pesado na balança ou visto com os olhos físicos. Deus está no oxigênio que respiramos, no sol que brilha, na lua, na chuva que cai...nas flores, flores que são a assinatura do Grande Criador no maior e mais bonito quadro, que é a natureza.
Deus está em toda a parte. 
Mas você só poderá vê-lo com os olhos do coração.

Por que nos distanciamos dos amigos?


Houve uma vez dois amigos:
Eles eram inseparáveis, eram uma só Alma. Mas por alguma razão seus caminhos tomaram dois rumos
distintos e se separaram.
 
E ISTO INICIOU ASSIM:
Eu nunca voltei a saber do meu amigo até o dia de ontem, depois de 10 anos, que caminhando pela
rua me encontrei com a mãe dele. 
A cumprimentei e perguntei por meu amigo. Nesse momento seus olhos se encheram de lágrimas e me
olhou nos olhos dizendo:
-Morreu ontem...
Não soube o que dizer a ela, ela seguia me olhando e então perguntei como ele tinha morrido.
Ela me convidou a ir a sua casa, ao chegar ali me chamou para sentar na velha sala onde passei
grande parte de minha vida, sempre brincávamos ali, meu amigo e eu.
Me sentei e ela começou a contar-me a triste história.
Fazia 2 anos que diagnosticaram uma rara enfermidade, e sua cura dependia de receber todo mês uma
transfusão de sangue durante 3 meses, mas... Recorda que seu sangue era muito raro!
Sim, eu sei, igual ao meu...
 
Ele dizia que da única pessoa que receberia sangue seria de ti, mas não quiz que te procurássemos,
ele dizia todas as noites:
-Não o procurem, tenho certeza que amanhã ele virá...
Assim passaram os meses, e todas as noites se sentava nessa mesma cadeira onde estás tu sentado e orava para que te lembrastes dele  e viesse na manhã seguinte.
Assim acabou sua vida e ontem na última noite de sua vida, estava muito mal, e sorrindo me disse:
-Mãe, eu sei que logo meu amigo virá, pergunta pra ele por que demorou tanto e entrega a ele esse
bilhete que está na minha gaveta.
A senhora se levantou, regressou e me entregou o bilhete que dizia:
Meu amigo, sabia que virias, tardastes um pouco mas não importa, o importante é que viestes. Agora
estou te esperando em outro lugar, espero que demores a chegar aqui, mas enquanto isso quero dizer
desde o céu, tens um amigo cuidando de ti, meu querido melhor amigo. Ah, por certo, te recordas
porquê nós nos distanciamos? Sim, foi porque não quiz te emprestar minha bola nova, rsrs, que
tempos heim... Éramos insuportáveis, bom pois quero dizer que te dou ela de presente e espero que
gostes muito. Amo você! Teu amigo de sempre e para sempre!
 
"Não deixes que teu orgulho possa ser maior e mais que teu coração...
A amizade é como o mar, se vê o princípio mas não o final..."

O melhor pedaço


Jair andava pelas ruas da cidade, sempre com o seu fiel cão, um vira-lata, chamado “Malhado”. Apesar de ser um mendigo, ele não pedia dinheiro e aceitava sempre um pão, uma fruta, um pedaço de bolo ou um almoço com sobras de comida.
Jair era conhecido como um homem bom, que perdeu a razão, os amigos e nem sabia mais quem era. Não tinha nenhum vício, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não ganhava nenhuma comida, pois acreditava que Deus lhe daria um pouco na hora certa. E, realmente, sempre alguém lhe dava o que comer. Ele agradecia com muita humildade e pedia a Deus para abençoar aquela pessoa.
Jair e Malhado se conheceram na rua. Ele dividiu seu almoço com o cão, e, assim, ficaram amigos. Desde então, toda comida que o mendigo conseguia, dava primeiro ao cachorro, que, por sua vez, protegia seu dono.
Como viviam na rua, não tinham lugar certo para dormir, onde anoiteciam, ali dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo de algum viaduto.
Uma vez, seu Josué, um pipoqueiro, de uma praça onde o mendigo costumava passar, começou a conversar com Jair e perguntou:
- Você vive vagando pelas ruas com seu cão... Você 
não tem nenhum desejo na vida? 
E, Jair respondeu: 
- Tenho sim. Eu tenho muita vontade de comer um cachorro quente, daqueles que o seu Zezé vende ali na esquina. 
O pipoqueiro, surpreso perguntou: 
- Só isso? Só um simples cachorro quente? 
E Jair confirmou: 
- É, sim, este é o meu desejo do momento. 
Seu Josué, então, saiu para comprar o sanduíche na carrocinha do amigo Zezé. Voltou e entregou o delicioso cachorro quente para o mendigo, que emocionado, não conseguia falar nada, somente sorria. Assim que pegou o sanduíche das mãos do pipoqueiro, Jair tirou a salsicha, deu para “Malhado” e comeu o pão com os temperos.
Seu Josué, não entendeu a atitude de Jair, pois a salsicha era o melhor pedaço do cachorro- quente, e perguntou: 
- Por que você deu para o cão, a salsicha, o melhor pedaço? 
E Jair, saboreando o que restou do sanduíche, respondeu: 
- Para o melhor amigo, o melhor pedaço! 
Disse isso, e continuou comendo alegre e satisfeito. 
Seu Josué não tinha mais o que falar. Se despediu de Jair, passou a mão na cabeça de “Malhado” e saiu pensando no que havia acontecido ali naquela praça.
Jair, um simples mendigo, havia lhe mostrado o verdadeiro sentido de uma amizade.
Como é bom ter amigos. Pessoas em quem podemos confiar... desabafar ...
Amigo é aquele que está do nosso lado sem nada pedir ou exigir, em qualquer momento da nossa vida.

E mesmo quando não temos ninguém ao nosso lado, ainda temos o melhor dos amigos que é JESUS CRISTO, a quem podemos confiar tudo e em todas as horas de nossa vida!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

construa com sabedoria

Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar.
Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família.
Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.

A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.

O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia.
Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.

Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira.
Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa.
E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse:
"Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você".

O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena!
Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente.

O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo
menos que o melhor possível na construção.
Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos.

Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás.

Você é o carpinteiro.
Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes.
Alguém disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" que você vai morar amanhã.

Construa com Sabedoria!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

AJUDA DIVINA

          

O rio subia e subia, inundando as casas até o teto; a Defesa Civil, a Cruz Vermelha e o Exército tentavam resgatar a quantos podiam.
    —Suba à lancha, senhor — dizem a uma pessoa que estava no alto de um teto, com a água na cintura.
    —Não, não faz falta, eu não necessito ajuda humana porque tenho muita fé e por isso meu Deus vai me salvar.
    —Deixe de bobagem  e suba à lancha rápido, que não temos muito tempo, porque há muitos mais a quem resgatar.
    —NÃO! Eu tenho muita fé e meu Deus vai me resgatar.
    Os que estão na lancha vêem que o homem está irredutível e como há tantas outras pessoas a quem ajudar, decidem ir embora.
    A água continua subindo, a corrente ameaça arrancar a nosso religioso homem daquele teto e levá-lo; ele se aferra ao teto com as unhas. Nisso se aproxima um helicóptero e do alto estendem-lhe uma escadinha.
    — SUBA! VENHA PARA CIMA! — dizem-lhe em voz alta.
    — EU NÃO NECESSITO AJUDA HUMANA PORQUE TENHO MUITA FÉ QUE MEU DEUS VAI ME SALVAR!
    O helicóptero vai resgatar outros. A corrente acaba levando o homem rio abaixo, porém do alto de uma ponte lhe jogam uma corda.
    — EU NÃO NECESSITO AJUDA HUMANA PORQUE... — etc., etc.
    O homem se afoga. Ao chegar ao céu, indignado, vai pedir contas a Deus:
    — Muito bonito, eu dizendo como um idiota que o senhor iria me ajudar, e nada! É esse seu amor por seus filhos? É assim que desampara a quem tem fé em Ti?
Deus se irrita e responde:
"ESCUTA-ME BEM, MAL-AGRADECIDO!
PORQUE TENS FÉ EM MIM TE MANDEI
UM BOTE, UM HELICÓPTERO E UMA CORDA,
E TUDO RECHAÇASTE.
QUE QUERIAS, QUE EU FOSSE EM PESSOA BUSCAR-TE?".

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Como você tem construído seus planos?



Em nossa vida fazemos planos, estabelemos metas e, com isso, visualizamos situações que “podem vir a ser”, que “podem ocorrer”, e nos colocamos numa posição de expectativa e investimento de energia, trabalho e emoção. As expectativas de vida podem, em algum momento, concretizar-se ou não.
O acúmulo de expectativas e situações não resolvidas, bem como problemas cotidianos, profissionais e pessoais podem nos levar ao famoso estresse, que não vem apenas por aquilo que está externo a nós e visível, como problemas, pessoas, falta de dinheiro, desemprego, etc., mas especialmente ao que chamamos de fatores internos, e um em especial: a maneira como interpretamos a vida e seus acontecimentos, as pessoas com as quais convivemos, as situações pelas quais passamos.

Geramos ou pioramos um estado de estresse pela forma como encaramos a vida. Quer um exemplo bem simples de como isso acontece? Por um descuido, você bate seu carro. Não é nada grave, não houve vítimas. Qual a solução mais prática? Buscar um funileiro, avaliar os danos, fazer o orçamento, as formas de pagamento, se você pode ou não pagar agora e decidir por fazer o conserto. Isso é prático, racional e direto (mesmo sabendo que haverá um gasto e que você não poderá pagá-lo agora). 
Porém, um modo que gera grande desgaste é olhar para a mesma situação cobrando-se: “Eu fiz tudo errado! Como pude bater este carro! Eu não me perdoo, sou mesmo um idiota”. Todos esses pensamentos estressantes e autopunitivos trouxeram alguma solução? Certamente não. Percebe agora como nossos pensamentos e crenças pessoais podem influenciar nossa reação diante de um acontecimento?

A forma como interpretamos as situações e o modo como nossos pensamentos se desenrolam desencadeiam, portanto, a produção do famoso estresse. Crença é aquilo que dá significado à nossa vida. Se eu creio em Deus, meus atos tendem a ser pautados por essa crença. Por outro lado, se creio que tudo será péssimo, que não sou capaz, que nada dá certo comigo ou que nunca minhas expectativas darão certo, temos aí um bom caminho para atitudes desfavoráveis e um amontoado de novos pensamentos negativos e um belo caminho para o adoecimento e para um círculo contínuo e vicioso de estresse.

Muitas vezes, quando estamos nesse estado, achamos mil desculpas para justificá-lo: "Estou estressado porque meu carro quebrou". Ou: "Porque meu time perdeu", assim como: "Porque meu namoro acabou", porque ... porque... porque... sempre baseados em fatos externos. 

Você já parou para pensar qual é a sua parcela de responsabilidade diante do que não deu certo? Será que não é devido à sua forma de ver o mundo que o estresse acontece e com ele todas as consequências físicas e emocionais em sua vida?

Faço este convite a você: pare e observe como você encara o mundo ao seu redor. Este pode ser um primeiro passo para não ser refém da vida e dar um novo significado à sua história. 

"Repense o seu modo de ver a vida"

FONTE(Canção Nova)

Você já errou na vida?

Quero lhe falar sobre uma história real. Trata-se da vida de um jovem que, aos 25 anos de idade, não tinha mais nenhuma perspectiva, não conseguia ver esperança, apenas um vazio existencial. 

Os dias iam passando e o desespero aumentava no coração dele por não avistar uma saída. A entrada para o mercado de trabalho lhe parecia muito difícil. Sem faculdade e sem currículo, quem o contrataria? Quanto ganharia? Quem ganha bem é quem tem um excelente currículo e uma boa formação acadêmica. Casar- se e formar família também era complexo, já que não conseguia administrar sua própria vida. Então, não conseguia mirar uma vida de fidelidade a uma única mulher; e outro ponto se tornava ainda mais distante de sua vida: ter filhos e dar a eles educação moral e cristã. 

Situações que resultavam numa conclusão: não havia perspectiva profissional, não havia esperança de ser um bom esposo e um bom pai. Além desses fatos, ele havia jogado fora todas as oportunidades que estiveram em suas mãos, uma delas foi a carreira profissional de futebol de salão. O mais complicado para este jovem era pensar que não havia mais jeito de dar a volta por cima. Não existia esperança para sair do caos.
Não sei a sua idade nem o quais são suas perdas; só sei de uma coisa: em meio a uma situação de desesperança, é hora de tomar cuidado para não perder dois valores: a alegria e a esperança. 

A letra de uma música diz: "reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". Jovem, é preciso reconhecer a queda, reconhecer a perda, reconhecer-se pequeno, mas não desanimar. 

Consciente de que para levantar e dar a volta por cima é preciso o auxílio do Alto, do Céu, levante a cabeça e acredite, pois é possível começar um tempo novo. Levantar-se, porque sem Deus é arriscado. Levantar-se com Deus é humildade. 

"A alegria do coração é a vida da pessoa, tesouro inesgotável de santidade; a alegria da pessoa prolonga-lhe a vida. Tem compreensão contigo mesmo e consola teu coração; afugenta para longe de ti a tristeza. A tristeza matou a muitos e não traz proveito algum" (Eclo 30,23-25). Essa passagem bíblica nos apresenta um valor que deve ser cultivado: a alegria. 

Jesus é o seu amigo e está junto de você nestes momentos tão difíceis. Ele é o único que não pode estar presente na Sua lista de perdas. “Eu vos chamo amigos” (Jo 15, 15). O lindo desafio para este dia é virar a folha e começar a escrever um tempo novo. Coloque, no início dessa folha, a frase "Jesus é meu amigo"; isso é o bastante para você dar a volta por cima. 

Este jovem, hoje, tem 43 anos de idade, é casado há 15 anos e tem três filhos. Este jovem sou eu! Hoje, sou “semeador de alegria e esperança” e aprendiz na descoberta de valores em meio às perdas. Não  canso de repetir: "Com Deus tem jeito!" 


"Reconheça a queda e levante a cabeça"



FONTE(Canção Nova)

Vocação: um desafio, uma conquista


conhecemos muitas pessoas que dizem amar sua profissão, seu trabalho e que, até mesmo, o faria sem remuneração. O prazer no cumprimento daquilo que nos identifica  sobrepuja qualquer outra necessidade aparente.

Certamente, muitos de nós já ouvimos perguntas como: “O que você vai ser quando crescer?”, “O que você fará após o colegial?”, “Que profissão você seguirá?”. Numa pergunta simples está contido, implicitamente, o desafio de perceber, por meio das nossas habilidades, as leves indicações que demonstrarão nossa simpatia por determinada atividade. Embalados por esta simpatia, somos atraídos em assumir o que, possivelmente, deveremos abraçar como vocação. 
Qual seria a incógnita que decifraria os resultados da certeza de nossa vocação? Se esta fosse um organismo vivo, qual seria o código genético que a comporia?  A partir desse momento, assumimos atitudes que auxiliarão na concretização da vivência daquilo que acreditamos ser nosso chamado, ainda que em estágio embrionário. 

 O contato com pessoas que já têm definidas suas vocações é muito importante para aqueles que ainda vivem seu estado de discernimento. Ao contrário do que poderíamos pensar, uma pessoa que se diz realizada em sua vocação não está isenta de dificuldades e provações; contudo, sente-se investida de uma força que sempre a impulsionará a continuar com alegria na sua caminhada para as novas descobertas.

Para cada um há um chamado que ressoa desde o princípio em nossa alma, um chamado específico para a realização de uma missão também específica. Interessante considerarmos que para determinada missão ninguém poderá nos substituir para o seu cumprimento plenamente, pois, da mesma maneira que eu não teria o zelo de um jardineiro vocacionado ao seu jardim, outros não teriam o mesmo zelo para com aquilo que a você foi reservado como missão. 
Incrustada na rocha dos nossos desafios, está a joia da nossa vocação. A cada novo desafio, a cada conquista, fundamenta-se em nosso ser a certeza de que, realmente, estamos lapidando uma pedra de valor ímpar. A dedicação e a persistência, no desejo de levar a cabo o que sentimos, revigora nossas forças.  
fonte( canção nova)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Um grande sinal


Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo Metropolitano de Belém
Deus fala sempre e é necessário apurar os ouvidos diante de suas palavras. Muitas vezes o silêncio é a sua voz (Cf. Is 30,15; Sl 64,2), outras muitas vezes manifesta-se através de pessoas por ele enviadas, cujos gestos e respostas aos apelos do Senhor são altamente eloquentes. Grita bem forte diante da história o sinal que é a Igreja, esposa de Cristo, cuidada com amor por aquele que se entregou para fazê-la santa e imaculada. Sinal de Deus é o fato de ser esta mesma Igreja constituída por homens e mulheres marcados pela fragilidade comum a toda a natureza humana, mas tocados pela graça de Deus, que os conduz progressivamente à estatura de Cristo (Cf. Ef 4,13-16). O mistério de Cristo, luz do Mundo, há de resplandecer na face da Igreja.

Tudo o que se diz da Igreja em geral pode ser aplicado em particular àquela que foi escolhida e preparada pelo Pai do Céu para ser Mãe de seu Filho amado, a Virgem Maria, Imaculada, Assunta ao Céu, sinal de Deus para o mundo. Por outro lado, tudo o que se diz de Maria pode ser aplicado à Igreja no seu conjunto, como graça e vocação (Cf. Ap 11,19; 12,1-10). Ao celebrarmos com a Igreja a Festa da Assunção de Nossa Senhora, deparamo-nos com uma torrente de ensinamentos a serem colhidos com sabedoria, ainda que não sejamos capazes de absorver toda a riqueza dos mistérios de Deus, realizados em santa cumplicidade com a humanidade, nos quais nos envolvemos, com Maria e do modo de Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe.

O fato de Deus ter preservado da corrupção a Virgem Maria, elevando-a em corpo e alma, “assumindo-a” na “Assunção”, traz consigo a lição do grande valor dado por Deus a tudo o que é humano. Não nos é lícito desprezar o corpo humano, as realidades terrestres destinadas a contribuírem à realização das pessoas, a beleza da natureza, o relacionamento entre as pessoas. Tudo tem um destino de felicidade e de eternidade, tanto que buscamos um novo Céu e uma nova Terra, onde Deus será tudo em todos! É inclusive condição para a realização humana nesta terra o olhar otimista dos cristãos em relação a toda a criação. Cabe-lhes passar pelas estradas do mundo plantando e colhendo o bem, recuperando a realidade e o sonho oferecidos por Deus no Livro do Gênesis, pois ele nos quer felizes no Paraíso. Nossa vida na terra é ao mesmo tempo saudade e esperança do Paraíso. Em Cristo, Salvador e Redentor, tudo é recapitulado, ganha um novo e definitivo sentido.

Olhar para o grande sinal aparecido do no Céu e dar-lhe um nome – Maria! – traz ainda a grande certeza de termos uma Mãe no Céu, criatura como todos nós, mas escolhida, preservada do mal e elevada à comunhão plena com a Trindade. Um privilégio e uma graça, que a tornou missionária! Ela chegou na frente para mostrar-nos a estrada. Bendita entre todas as mulheres (Lc 1,39-45) para nos mostrar o caminho da benção. Ela é Nossa Senhora da Esperança, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora do Presente e do Futuro! Junto de Deus está a nossa humanidade. Estabeleceu-se um laço definitivo, pelo que nos podemos renunciar a olhar para o Céu e caminhar para lá.

Olhando para aquela que foi assunta ao Céu, parece-me encontrá-la realizada aqui na terra em muitas outras pessoas que trazem os traços de Maria. Dentre tantas, no mês dedicado às diversas vocações na Igreja, volto meu olhar para os homens e as mulheres que descobriram um chamado semelhante ao de Maria, tornando-se sinais da plenitude do Reino de Deus, na vida religiosa. Quando muitos põem toda a esperança nos bens da terra, a vida religiosa proclama a plenitude de Deus, com a bem-aventurança da pobreza, transformada em voto, entrega total de vida, e diz a todos que Deus eleva os humildes, despede os ricos de mãos vazias e sacia de bens os famintos. Com a virgindade e a castidade vividas e testemunhadas, os religiosos e as religiosas reconhecem que Deus olhou para a pequenez de seus servos e servas, e o proclamam senhor de todos os seus afetos, dispostos a construir a fraternidade, não constituindo para si uma família própria, mas suscitando a ternura da família dos filhos de Deus. Ao mundo que luta pelo poder e o domínio de uns sobre os outros, a vida religiosa proclama, com o desafiador voto de obediência – “Eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” – que Deus derruba do trono os poderosos. Nos religiosos e nas religiosas o Senhor Jesus quer continuar a se fazer servo, obediente até à morte, e morte de Cruz (Cf. Fl 2,1-11). São pessoas que podem ser parecidas com Nossa Senhora, são homens e mulheres “apressados”, desejosos de viver, desde já, os valores da eternidade. Sintam-se reconhecidos e valorizados pela sociedade, pela Igreja e por todas as pessoas que têm sede de Deus e muitos jovens experimentem o chamado a seguir Jesus de perto nesta forma de entrega à Igreja e ao Reino de Deus.

Com Nossa Senhora, com a Igreja e com as pessoas consagradas na Castidade, na Pobreza e na Obediência, pedimos ao Pai, Deus e eterno e todo-poderoso, aquele que elevou à glória do Céu, em corpo e alma a Virgem Maria, que nos faça viver atentos às coisas do alto, a fim de participarmos da sua glória.

menagem do dia


A PISCINA E A CRUZ


Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e
molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho...
Alguém intrigado com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão
daquele hábito.

O nadador sorriu e respondeu:
Há alguns anos eu era um professor de natação de um grupo de homens.
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco.

Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.
Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.
Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.
Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus Cristo
tinha morrido para nos salvar pelo seu precioso sangue.
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram à Mente e
me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus Cristo.

Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.
Finalmente desci do trampolim fui até à escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.

Tremi todo e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria meu ultimo salto.
Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.

Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina,
confessei  meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi
exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.
Naquela noite fui salvo duas vezes, e para nunca mais esquecer,
sempre que vou à piscina molho o dedão do pé antes de saltar para
 a água.